Distrito Federal tem o maior IDH do País e chama atenção no setor imobiliário

Brasília pode ser considerada uma jovem senhora, afinal tem apenas 60 anos de idade. Com monumentos marcados pelas curvas desenhadas por Oscar Niemeyer, projeto urbanístico de Lúcio Costa e um céu conhecido por sua beleza, a cidade planejada e única é bastante famosa por sua arquitetura.

Além disso, há outros fatores que chamam a atenção como a ascensão do seu mercado imobiliário.

Qualidade de vida e renda alta

Antes de explicarmos o porquê do crescimento vertiginoso do setor imobiliário no Distrito Federal, é necessário apresentar alguns dados. Recentemente, mais precisamente no dia 29 de setembro de 2020, foram divulgados os dados do Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, apresentado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud Brasil) e a Fundação João Pinheiro. Através da plataforma o público pode acessar os dados, filtrar os resultados e conferir os índices de mais de 17 mil localidades. De acordo com as informações publicadas, o Distrito Federal teve o melhor resultado, ficando em primeiro lugar tanto no ranking geral, quanto no da renda e da longevidade. 

Vale ressaltar também que Brasília é a terceira capital mais populosa do Brasil, é também a quarta maior região metropolitana do País e tem média salarial de 8,8 salários mínimos. Todos esses coeficientes representam uma grande oportunidade de desenvolvimento imobiliário no Distrito Federal.

O boom de Brasília

Apesar da crise econômica agravada pela pandemia do novo coronavírus, o mercado imobiliário no Distrito Federal deve passar por um período de ascensão nos próximos dois anos. É o que apontam os dados levantados pela Associação dos Notários e registradores do Brasil (Anoreg-DF) e pelo Conselho dos Corretores (Creci-DF).

Em outubro de 2020 a emissão de registros de compra e venda de imóveis subiu neste mesmo período 19,5% em relação a 2019, segundo a Associação dos Notários e Registradores. Os dados apontam que 3.698 imóveis foram comprados ou vendidos no DF em outubro.

Outro fator que indica o crescimento do setor é o aumento na arrecadação do Imposto Sobre Transmissão de Bens e Imóveis (ITBI). A alíquota corresponde a 3% do valor das vendas de imóveis. Nos primeiros oito meses do ano, o governo arrecadou R$ 48,5 milhões com o tributo, R$ 12 milhões acima da previsão inicial. A projeção é de que esses recursos sejam oriundos de pelo menos R$ 1,6 bilhão em operações de venda de imóveis.

Luiz Antônio França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), comenta que o distanciamento social imposto pela pandemia nos fez repensar o melhor uso das nossas residências. Isso deve trazer inovações no mercado, como mais procura por imóveis com espaços para lazer e trabalho. No segmento de alto padrão deve haver uma procura maior por casas e coberturas. Nos demais segmentos, as pessoas devem procurar condomínios com mais áreas verdes.

A vantagem de investir em Brasília

De acordo com o presidente do Creci-DF, Geraldo Nascimento “em Brasília o imóvel não desvaloriza, é o melhor local para se investir”. E ele realmente fala com propriedade. Afinal, para quem quer investir, o retorno, em caso de locação, chega a 6% ao ano, sem falar na valorização do imóvel que no terceiro trimestre de 2020 teve valorização média de 8,66%, mais que a média nacional, de 8,34%.

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