Por que investir em imóveis? 

Imóvel é um dos investimentos mais tradicionais dos brasileiros e também um dos mais desejados.
Há cerca de 30 anos um dos únicos investimentos considerados seguros era comprar um imóvel. O próprio ambiente justificava essa crença: inflação galopante, gastos públicos descontrolados e economia atrofiada. Nessa época o lema de investimentos seguro era algo como: “compre tijolo, ele não vai desaparecer” – uma alusão ao risco dos investimentos financeiros.  E fazia todo sentido, pois o ambiente inflacionário corroía o poder de compra da moeda e era muito difícil para qualquer um calcular com a mínima confiabilidade o retorno esperado de qualquer ativo financeiro.

Os anos se passaram, o cenário atual é outro, e muitas dúvidas ainda surgem. Nós aqui da Lotus acreditamos que a carteira do investidor deve ter muitos mais “e” do que ‘’ou”. Isso significa que preferimos a mentalidade de ter diversificação no seu portfólio e não apenas ter que apostar em uma única escolha. Imóveis são ótimos investimentos e podem fazer parte da sua estratégia de aplicações.

O mercado

As vendas de imóveis no segundo trimestre de 2020 registraram alta de 10,5% em relação ao mesmo período de 2019, segundo dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). Só entre os meses de abril e maio foram comercializadas 31.627 unidades de imóveis. A queda dos juros e a perspectiva de que a economia vai se recuperar entre o médio e o longo prazo levam investidores a procurar opções mais seguras, como imóveis, para diversificação de carteiras.

Vale lembrar que por conta da pandemia, os lares se transformaram também em escritório, academia, sala de aula e isso acabou mexendo com o mercado de imóveis. Por isso, desde o começo do isolamento social cresceu a procura por imóveis com mais espaço.

Aliado a essa procura estamos também no menor patamar de taxa de juros da história. Em 2017, o mercado imobiliário trabalhava com uma taxa de 11% ao ano. Atualmente, opera com menos de 7% ao ano. Isso em um financiamento de 30 ou 35 anos representa um impacto significativo no montante final.

Vantagens

  • Renda mensal – os imóveis podem assegurar aos investidores uma renda mensal através do aluguel e essa renda se torna ainda mais valiosa com a queda na taxa de juros. Com o surgimento de novas empresas que facilitam o processo de locação, a iniciativa demanda menos gestão e traz mais segurança ao investidor.
  • Menor instabilidade – é um investimento seguro, que sofre menos impacto das instabilidades financeiras. “Em momentos de crise, quando ativos de renda variável mostram grandes quedas, o preço dos imóveis é pouco afetado”, diz Luiz França, presidente da Abrainc.
  • Rentabilidade – quem investiu em imóveis há 10 anos, época em que a taxa de juros era bem atrativa para outros investimentos, teve ganhos superiores a aplicações em renda fixa, por exemplo. Mesmo em um período de alta taxas de juros e marcado por uma forte recessão econômica, que ocorreu entre 2014 e 2018, a rentabilidade média obtida com investimento em imóveis manteve-se estável segundo a Abrainc.
  • Valorização – não podemos nos esquecer da valorização que o imóvel pode ter. Valorização essa que costuma ter na média um valor superior à inflação, além de ser um segundo tipo de ganho, já que podemos considerar a renda mensal do aluguel.

Fonte: Infomoney, Exame e Valor Econômico

 

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